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Nas últimas
décadas, alguns profissionais da área de saúde vêm se
referindo
a um paciente que não se encaixa nas típicas categorias psicopatológicas,
embora possa imitá-las
facilmente.
Nem neurótico, nem psicótico, nem psicopata, essa
"nova" estrutura de
funcionamento tem chamado a atenção de
terapeutas das mais diversas filiações
teóricas.
Essas "estruturas borderlines" foram amplamente estudadas,
do ponto de vista reichiano, pelo Grupo de Pesquisas da
Associação Wilhelm Reich do Brasil.
Disso resultou uma metodologia terapêutica de inspiração
reichiana,
a Arte Org, metodologia essa
que procura contemplar as
específicas
defesas apresentadas pelos pacientes borderlines".
A Arte Org reconhece, nos processos crônicos de "desconexão"
(do indivíduo consigo mesmo e, também, com o mundo)
uma importante defesa dos "pacientes fronteirços".
Quando está sob o efeito de severas "desconexões" o indivíduo,
de acordo com a Arte Org, distancia-se de suas mais básicas
referências lógicas
ou relativas à sua identidade pessoal e passa a viver
uma espécie de "experiência virtual".
Para mais informações sobre a Arte Org, acesse:
www.arteorg.com.br
ou
http://blog.arteorg.com.br
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