VII - A SUPERPOSIÇÃO ORGONÓTICA

Reich constatou que as correntes orgonóticas espiraladas podiam se superpor e se fundir. E descobriu, também, que essa superposição e fusão entre duas ou mais correntes espiraladas de energia orgone representa um dos processos energéticos mais básicos da Natureza, presente em fenômenos aparentemente tão distintos quanto o reflexo orgástico e o funcionamento das galáxias, auroras boreais e furacões.


No domínio do microcosmos, as promissoras direções de pesquisa que nasceram com a clara formulação do processo de superposição permitiram à Reich ampliar consideravelmente a compreensão energético-funcional sobre a convulsão orgástica do plasma. Na interação entre dois organismos orgonoticamente excitados, Reich notou que

"Enquanto a energia de um organismo flui para o sistema energético do segundo organismo, a energia orgone livre de massa realmente consegue transcender os limites do orgonome material, ou seja, o organismo, e, ao fundir-se com um sistema orgonótico que lhe é externo, continua a fluir".[Cosmic Superimposition (1951)]

 

No domínio do macro-cosmos, Reich descobriu que a superposição galáctica, cósmica, apresenta a "mesma forma básica da superposição organísmica e micro-orgonótica" [Cosmic Superimposition(1951)].

 

Em fenômenos galácticos tais como o da foto acima, Reich chamou a atenção para a forma de interação entre os braços da nebulosa, apontando o quão evidente é o fenômeno da superposição dos braços espiralados. E hipotetizou que a criação das nebulosas espirais enraiza-se na superposição de duas ou mais correntes de energia orgone cósmica:

"Assim, não é a matéria, as partículas ou a poeira, mas a energia orgone primordial que constituiria a 'substância' original de onde as galáxias são produzidas. É claro que esta hipótese tende a competir com a teoria atômica, que coloca as partículas materiais em forma de 'poeira cósmica' na raiz de toda criação cósmica. A hipótese energética, orgonômica, exige que a matéria emerja da energia orgone por meio da superposição no domínio microcósmico, do mesmo modo que galáxias inteiras emergem por meio da superposição no domínio macrocósmico." [Cosmic Superimposition(1951)]

A aurora boreal foi outro fenômeno que corroborou as hipóteses sobre a superposição cósmica de correntes de energia orgone.

Reich iniciou seus estudos sobre a aurora boreal quando morava na Noruega, como demonstra uma nota de 21/08/39, escrita em seu diário: "Não há dúvida que as [auroras boreais] são energia orgone: cor azul-esverdeada, intensa ionização no ar, o Polo Norte, não compreendida até agora, movimento lento."(Beyond Psychology - Letters and Journals - 1934-1939). Nos EUA, os significativos e contínuos desenvolvimentos da orgonomia proporcionaram uma compreensão mais ampla sobre esse belo e intrigante fenômeno. Além de descobrir que as auroras boreais estão sujeitas às leis da superposição orgonótica, Reich pôde, também, determinar a natureza das duas correntes orgonóticas luminescentes que se fundem e formam a aurora a corrente orgonótica galática e a corrente orgonótica equatorial (planetária).

 

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I -  AVISO AOS NAVEGANTES
II - DIREÇÕES CENTRAIS
III - FORMA E PROCESSOS ENERGÉTICOS
IV - ORGONOME
V- CONVULSÃO PLASMÁTICA E ONDAS ESPIRALADAS
VI- RAÍZES GEOMÉTRICAS DO ORGONOME
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VII - A SUPERPOSIÇÃO ORGONÓTICA.
VIII - EM SUMA

IX- O LOGOTIPO DA ORGONOME.COM
X - BIBLIOGRAFIA E WEBSITES

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